O dizer adeus é bom demais quando o dirijo a ti. Cada vez que te vais como meu adeus atenuas-me a alma, refortaleces o sossego neste meu pequeno espaço.
Eu gosto de ti, mas gosto muito mais de pensar na possibilidade de deixar, enfim, de gostar de ti.
Bem, não avances é uma força de atrito, recua...não te exaltes, acalma-te antes!
Odeio ler este tipo de textos quando vindo de outrém,mas a cada vez que tento redigir, sinto-me ridícula por desgostar dos sentimentos escritos alheios e não consigo ser mais ou menos que os demais.
Quero sempre ser diferente, mesmo sabendo que superficialmente sou o mesmo que tantos.
Últimamente abraço todos os que atravessam no meu caminho e que nitidamente esboçam o aquilo a que o comum mortal chama de sorriso porque li, num dos magníficos textos de Miguel Esteves Cardoso (um anjo feito de palavras), que descobrimos a nossa alma gémea quando a abraçamos...e eu a pensar que já a tinha sentido!
SANDRA não, regressa, não te influencies por almas pobres, ela nunca fora a tua alma gémea. A alma gémea não tem medo de se entregar, não tem medo de amar e de sorrir e de falar e de chorar e de muitos "e"(is) e outras tantas possibilidades...
Mas não...a tua o que tem é apens o medo do contacto e da reacção, a tua não arrisca, não ama a tua tem medo de sofrer...a tua alma tem medo de ti!
E agora? Se te sinto...perco-me, se te encontro iludo-me...foge de mim como sempre...foge antes que o tempo se acabe e nós já não existamos, foge antes que isto não faça sentido...não fujas...já não fazemos sentido!
Não me morras...adormece apenas!
A eternidade das nossas almas continuará. . .odeio-te tanto que só te consigo amar!!!
"How can I live spendin' my life when you don't care about myself?"
Eu gosto de ti, mas gosto muito mais de pensar na possibilidade de deixar, enfim, de gostar de ti.
Bem, não avances é uma força de atrito, recua...não te exaltes, acalma-te antes!
Odeio ler este tipo de textos quando vindo de outrém,mas a cada vez que tento redigir, sinto-me ridícula por desgostar dos sentimentos escritos alheios e não consigo ser mais ou menos que os demais.
Quero sempre ser diferente, mesmo sabendo que superficialmente sou o mesmo que tantos.
Últimamente abraço todos os que atravessam no meu caminho e que nitidamente esboçam o aquilo a que o comum mortal chama de sorriso porque li, num dos magníficos textos de Miguel Esteves Cardoso (um anjo feito de palavras), que descobrimos a nossa alma gémea quando a abraçamos...e eu a pensar que já a tinha sentido!
SANDRA não, regressa, não te influencies por almas pobres, ela nunca fora a tua alma gémea. A alma gémea não tem medo de se entregar, não tem medo de amar e de sorrir e de falar e de chorar e de muitos "e"(is) e outras tantas possibilidades...
Mas não...a tua o que tem é apens o medo do contacto e da reacção, a tua não arrisca, não ama a tua tem medo de sofrer...a tua alma tem medo de ti!
E agora? Se te sinto...perco-me, se te encontro iludo-me...foge de mim como sempre...foge antes que o tempo se acabe e nós já não existamos, foge antes que isto não faça sentido...não fujas...já não fazemos sentido!
Não me morras...adormece apenas!
A eternidade das nossas almas continuará. . .odeio-te tanto que só te consigo amar!!!
"How can I live spendin' my life when you don't care about myself?"

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