8 de julho de 2006

"vuck" "vuck" "vuck"

O teu cabelo apresentava-se como nunca antes vira igual, nunca antes um simples conjunto de madeixas castanhas me tinha impressionado como agora, a tua cara era algo que o significado ficava longe daquilo que queria exprimir. O teu cabelo, pequeno pedaço de cor virgem, onde por momentos de força maior, a impulsividade me levou a aproximar-me dele e com os meus dedos longos de desejo para tocarem a seda do teu cabelo. Toquei. Toquei. Senti, que a raíz do teu sedoso cabelo. Inalando o teu perfume, viajei...corri pelo mundo que se mostrava insuficiente pelos caminhos que eu escolhia. Corria em direcção ao teu cabelo e à tua boca...que ainda fechada me chamava insistentemente para que a sentisse, nem que fosse só por uma vez. Nessa tarde, minutos antes pensei que a primeira vista e o seu amor, eram solução de pequenos pensamentos saturados de clichés de pessoas doentias, que seguiam os olhares que por eles passavam, mas nessa mesma tarde ao ver téu pé esquerdo suceder o direito e o direito a suceder o esquerdo e cada um a suceder-se por si próprio, os teus pés seguiam em direcção a algo perto de mim, ou se calhar não ou se calhar sim ou se calhar não consigo explicar o que sentia e pernsonifiquei todos os objectos e falei para eles, e nesse momento periférico àquilo que sentia, surgiu a possibilidade de ser à primeira vista o amor que sinto por ti mas, quando devemos dizer que apreciamos dizemos antes que...gostamos, quando gostamos, dizemos que adoramos e quando adoramos dizemos logo que amamos, por estas trocas de identidade de palavras que quotidianamente banalizamos, perdemos o controlo do que é o real. Mas mesmo eu dizendo que te amava, juro-te que não queria transparecer o significado de adorar...só eu sei o que o foi olhar para ti e sertir-me mergulhar num espaço cheio daquele sentimento que menciono vezes sem conta e que continuo sem saber o seu nome. Se os outros têm medo de dizer "amo-te", eu não me importo de o repetir mil vezes tudo o que repira à face da superfície terrestre. Eu amo-te porque apenas existes...e te vi, é isso, eu amo-te porque tive a oportunidade de te poder ver.
Quando te aproximas-te, reparei em tudo em ti. Agora dói tanto não te poder ver...não poder sentir o cheiro do teu cabelo...os teus passos a aproximarem-se...agora dói não te poder amar, não te poder dizer que não tenho medo de te amar...agora também pude entender que o amor que sempre senti por ti não tinha lugar aqui nem além, nem além do além...nem em algum sitio imaginável!!!
Morreste no dia que te foste, naquele dia em que...mudaste o rumo do que não quero escrever, acho que lhe chamam vida....

baaaaaaaaah...merda de post, s vntade pra xcrevinhar

1 comentário:

Anónimo disse...

"Mudast o rumo do q n quero escrever, axo q lhe xamam vida...", bem n sei mt bem o q dzr...meus olhos estao enxaguados, parece q revivi uma historia..parece q escrevest a mnh historia!!
Sabes q mais?...és assim mt linda!!! N tenhas medo, a vida so quer q sejas feliz...